Sobre

Estático? Sinônimo de algo sem movimento, parado, o oposto da vida no mundo. Adjetivo completamente diferente de EXTÁTICO, a palavra-musa que inspira e guia o blog. Extático é o que provoca êxtase, uma sensação de espanto, encantamento… Aquilo que desperta! E que leva o leitor a se expandir conosco.

2021: marca o começo de uma nova década, ainda dominada pela pandemia da COVID-19 e soterrada pelas opiniões pré-fabricadas das redes sociais. Neste cenário, o que ainda pode ser acrescentado? A calma, o respiro e o tempo da reflexão. 

Desde 2016, o blog — fruto de um projeto experimental, dentro da Faculdade Cásper Líbero — busca despertar outras consciências e preservar memórias de pessoas, de lugares e registros da passagem do tempo, sempre permeando os universos da Arte e da Literatura. 

Em tempos de altíssima velocidade e com prazos curtos de validade, a memória é um ato de resistência. Resistência tal qual a vida de um diretor de teatro no interior de São Paulo, a viagem da intelectual Susan Sontag para a Guerra da Bósnia ou ainda a existência de homens gays que nasceram nos anos 50.    

“A história não tem fim enquanto temos memória”, afirma a jornalista Eliane Brum, em artigo do jornal El País. E é isto que nos move. Para que os dissidentes sejam lembrados, registramos. A partir de agora, registraremos também a luta pela preservação da fauna e da flora brasileira. Para alguns, pode até ser nonsense mesclar a cultura com a natureza, mas sem o planeta Terra não teremos o que contar e, muito menos, onde viver.

(Imagem: Reprodução/ Sebastian Molinares/ Unsplash)

Quem escreve:

Ator — longe dos palcos —, escritor — preso nos rascunhos — e jornalista, Fidel Forato anda, flana e, eventualmente, encontra boas histórias. No ano de 2015, aceitou a cidade de São Paulo como sua morada e, desde então, tem se proposto a conviver e a aprender com a multiplicidade da metrópole. 

As experiências do outro, da alteridade, são fundamentais para a compreensão do que é o mundo, coisa que uma realidade única não consegue expressar. Aí, resiste a graça dos artistas, permitir-se, viver e ser outras vidas. Já a graça do jornalismo está em — ajudar a —  contar e preservar essas outras experiências de ser no mundo.

Em 2018, Fidel publicou seu primeiro (e único) livro “Sabores da minha terra”, de forma independente. O texto percorre a vida de imigrantes da Pauliceia e as suas memórias sobre o ato de cozinhar e as receitas que os conectam com suas tradições.

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